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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Das mudanças.

Ele conversa de forma agradável, alinha nas loucuras da praxe, abre a pista e ainda vai para o meio da roda de pessoas, dançando como se ninguém estivesse a ver. A essência está lá e permance, já as arestas vão sendo limadas a uma velocidade alucinante, deixando para trás o antigo e cumprimentando a novidade.
Mudar é bom e ele sabe disso. E desta vez ele está decidido a fazer diferente; algo maior e melhor do qual um dia se possa orgulhar e dizer que valeu a pena.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Coisas que me dizem (17)

«Fogo, que coragem!»

Isso e uma dose de loucura também. E eu, sempre que preciso, tenho das duas na medida certa.

sábado, 24 de setembro de 2011

E assim...

«Eu queria que soubesses o que é a verdadeira coragem (...). É quando estás derrotado antes de começares, mas começas na mesma e vês o que se passa, aconteça o que acontecer.»

- Atticus Finch in Não Matem a Cotovia, de Harper Lee

... Não derrotado, mas com uma grande dose de coragem e alguma ansiedade que amanhã, tudo começa.  

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Hoje olhei para a vista sobre o verde da vila de Sintra, depois da estrada que dá para a biblioteca, e tentei captar a imagem em alta definição, para que a consiga ir buscar à gaveta onde guardo o remédio para a saudade, e possa contemplá-la, sempre que esta decidir aparecer. Guardei também a imagem da "casa pequena", por trás da rua farmácia, pela qual tantas vezes passei e só hoje lhe dei a devida importância. Mas mais importante ainda que guardar pormenores da localidade que conheço desde sempre, é guardar quem os torna tão especiais. É que são as pessoas e os momentos que com elas partilhamos que nos despertam bons sentimentos, que fazem toda a paisagem parecer ainda mais bela e cheia de sentido.
E eu vou ter saudades, mas hei-de voltar, sempre!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Mesmo eu sendo apressado, sei que «tudo tem um tempo certo para acontecer». E neste últimos tempos, porque eu tenho a mania de fazer balanços de quando em vez, tenho verificado cada vez mais a verdade desta expressão. É que há cinco anos atrás eu não teria coragem para mudar de cidade. Hoje tenho, para isso e muito mais.
Não sei o que me espera, mas gosto de pensar que será bom. Aliás, só pode ser bom.
Porque eu fiz para isso e mereço!

domingo, 18 de setembro de 2011

Coisas bonitas que me dizem:


E cá entre nós, acho que quando a saudade começar a bater com muita força eu venho por aí abaixo só para receber um abraço!

sábado, 17 de setembro de 2011

Neste exacto momento...

... Eu estou a rir que nem um desalmado, de mãos na cabeça a desgrenhar ainda mais o cabelo já de si despenteado e a pensar: «Oh meu Deus, Oh meu Deus!!!!!!!!»

terça-feira, 5 de julho de 2011

Aqui por estes lados...

... Mais mudanças se vão fazendo sentir. 
«Quem te viu e quem te vê», dizem. E a verdade é que eu sempre fui adepto de mudanças e que  aprendi a fazê-las como ninguém. Acontece é que quanto mais o tempo passa, mais rápido o processo fica.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Pensamento.

Hoje quando saí ainda o crepúsculo de final de dia se despedia para dar lugar à noite que agora já caiu. Respirei fundo sentido a brisa fresca que me ia gelado o corpo, porque mesmo em dias frios como estes últimos eu insisto em fazer de conta que não tenho casacos no meu roupeiro.
A notícia não foi das melhores que recebi nos últimos dias, mesmo já eu estando à espera dela.

Isto de ter de tomar decisões nunca é muito fácil, mas hoje tive a certeza de que a escolha que fiz há três meses foi o melhor que podia ter feito. E nestas alturas eu gosto de ser adulto. Ter poder de escolha nunca foi algo que ansiei antes do tempo, mas ele veio na altura certa e ainda bem. É bom ser-se dono do nosso próprio destino e daqui para a frente só depende de mim tornar o futuro ainda mais brilhante que o presente.
Porque eu quero muito, e quando assim é não há força que me faça parar.

sábado, 23 de abril de 2011

Mudanças.

E por cá continuo, a observar o que em mim se vai alterando enquanto vou abanando a cabeça em jeito de quem não acredita.
Por fora. Por dentro. Está tudo a mudar e eu confesso que estou a gostar dos resultados.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Índigo.

Ora aí está uma diferença que pode mesmo fazer diferença. Eu nunca me conformo com o que não está certo. Eu vou para o meio da confusão, deito fora tudo o que é lixo e arrumo as coisas, não à minha maneira, mas como devem ser arrumadas. Eu não tenho medo de dizer não, de pôr em causa sistemas que não funcionam ou mesmo coisas que me dizem. Porque eu sei quando me mentem e tentarem mandar-me areia para os olhos é trabalho executado em vão. Eu estou acima disso. Aliás, tão acima que apenas aqueles que se encontram no mesmo patamar que eu me conseguem acompanhar. Os outros fogem assustados, porque eu sou sinónimo de mudança e mudar dá trabalho, por isso deixam-se ficar na zona de conforto, mesmo sentido as dores que isso tráz.
Eu sei do que falo e a quem está preparado eu mostro o caminho. É como eu sempre digo: mudar dá trabalho e leva tempo, mas fica bem feito!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Este Outono... (II)

... Vou mesmo ver tudo em tons quentes de vermelho-alaranjado, ignorando a brisa fresca que lá fora vai passando. É que cá dentro a temperatura está agradável e torna tudo tão mais bonito...
«E tudo o que eu te dou, tu me dás a mim
E tudo o que eu sonhei, tu serás assim...» 

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Dias catorze, quinze, dezasseis e dezassete.

Ok, vou deixar de contar os dias. Quanto mais conto, menos acontece, por isso não vale apena. Pensamento positivo é o truque! Afinal, a lei da atracção funciona, right?

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Dias doze e treze.

O tempo anda bipolar, mas mantêm-se fiél à tendência da estação de baixar a temperatura. Já eu... Decidi tirar partido do tempo livre extra com o qual me presentearam sem nada ter pedido.
É tempo de lavar a roupa suja que tem vindo a amontoar-se por toda a casa e para a qual já me cansei de olhar.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Once again, from the top!

Hoje foi a primeira.
Para a semana o resto.

Odeio despedidas e já o disse, mas fazem questão me fazer o tal jantar que já sei, me vai deixar lavado em lágrimas, porque no fundo eu não queria ter de sair. Queria ficar. Continuar a partilhar pequenas coisas, pequenos gestos e grandes sorrisos que faziam valer a pena as secas descomunais que passava em frente a um monitor.
Agora vou ter de começar tudo do inicio. Voltar a procurar, conseguir achar, conhecer e dar-me a conhecer a mais pessoas que vão fazer parte de mais esta mudança... E eu gosto de mudanças, mas esta é uma das poucas que preferia ter deixado para mais tarde.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Escrevendo... porque sim. (2)

Não sei se faço bem ou mal. E a resposta também não a terei tão cedo. Facto é que eu sei exactamente onde tudo isto me iria levar, caso lhe caisse aos pés e confessasse que mesmo tanto tempo depois fico balançado com o mais pequeno detalhe, de tantas lembranças que continuam latentes na minha memória.
Aprender a usar o travão na altura certa (ou pelo menos acho que seja) não é fácil.
Sei o que quero, o que preciso, e ter recaídas não consta da minha lista de objectivos, alíás, nunca constou. É neles que estou focado. O que vier por acréscimo será bem vindo, desde que venha por bem.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Amadora

Há quem diga que é preciso um mapa para se conseguir conduzir por lá, e que pior só Lisboa mesmo! Eu concordo com a parte do mapa! E mesmo depois dos meses em que lá entrava as 8:00 da manhã para só sair depois das 23:00, a probabilidade de me baralhar e entrar na rua errada continua a existir.
Não é uma cidade bonita, mas gosto dela. Por lá vêm-se coisas engraçadas: há quem se atravesse pelas rotundas a grande velocidade,  quem passe os vermelhos, quem aproveite a pausa do semáforo para passar fio dental, quem em vão decida aumentar o volume da música, na esperança de me conseguir alcançar... As pessoas são simpáticas e gostam de uma boa conversa, principalmente daquelas com risadas à mistura. É uma cidade um tanto violenta, embora eu nunca tenha dado conta de nada... tirando aquela vez em que me tentaram vender um telemóvel e uns tantos outros serviços que tinham qualquer coisa a ver com pau (mas isso é outra história).
Enfim, Amadora há-de ser sempre Amadora, como todas as suas virtudes (ou falta delas), e de lá só guardo boas recordações, não tivesse sido o local impulsionador da tal volta de 180º a que me propus.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Escrevendo... porque sim.

Recordo, em preterito perfeito. Porque foi lá que quiseste ficar; porque lá também eu te vou deixando. As coisas mudam e se o presente me agrada, o futuro é uma pergunta para a qual vou planeando a resposta.
Passo a passo, sinto que cada dia que passa estou mais perto de alcançar o tal estado de graça na sua plenitude. Porque de pequenas coisas é feita a tal felicidade.