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terça-feira, 11 de outubro de 2011

A minha voz...

... Está qualquer coisa de fantástica: rouca e sensual. Um verdadeiro mimo auditivo!

sábado, 30 de julho de 2011

E por falar em concerto...

... Eu áquele homem não fazia um filho, mas sim uma equipe de futebol inteira! Falo do Jamie Cullum, pois está claro!
Ele cantou e encatou, saltidou, pontapeou o piano e ainda nos presenteou com quatro músicas a mais que o previsto, só porque nós pedimos muito.
Foi tão lindo! 

domingo, 24 de julho de 2011

sábado, 16 de julho de 2011

Mesmo repetindo o mesmo durante seis minutos...

« Coração não é tão simples quando pensa
Nele cabe, o que não cabe na dispensa

Cabe o meu amor...
Cabem três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira 
Cabe nós dois
Cabe até o meu amor... 
Essa é a última oração
Para salvar teu coração.»

... Esta música é fofinha!

A banda mais bonita da cidade - Oração

sábado, 9 de julho de 2011

De hoje... (XXVII)

... Fica a Céu, que desceu à Terra e nos pôs a dançar.
Ficam também, os gelados, os sorrisos e risos que hoje, como sempre acontece, abundaram entre nós.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

De Hoje... (XXVI)

... Fica a tosta, a bebida e a conversa, nessa noite amena depois de horário laboral.
Fica também a conversa que se seguiu depois, até altas horas, cheia de risos e sorrisos, que me encheram o coração e acalmaram a alma.
E mesmo com poucas horas de sono dormidas, de uma coisa tenho a certeza: vale a pena!

domingo, 3 de julho de 2011

Eu nunca tinha andado na ponte Vasco da Gama.

Ao entrar na ponte:
AAAH! Estou a conduzir na ponte Vasco da Gama!!!

Cinco minutos depois:
Mas esta merda nunca mais acaba?

lol

sábado, 2 de julho de 2011

Bem...

... São sete da manhã, lá fora o sol já deu o ar da sua graça há cerca de quarenta e cinco minutos e eu ainda não fui à cama.
Tenho de me deixar destas coisas que festas são para quem não trabalha.
E eu tenho horário marcado daqui a meia dúzia de horas.

sábado, 18 de junho de 2011

sábado, 28 de maio de 2011

São 3:48 am ..

... E eu dispensei os gajos;
... Dispensei a cerveja a 0,70 €;
... Acabei por dispensar a música também.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Hoje...

... Não percebi muito bem em que fase está a Lua.
Mas está tão linda!

sábado, 26 de março de 2011

Estou velho para estas coisas!

E a culpa é da amiga, que me arrasta para tudo o que é festas que me obrigam a reduzir nas horas de sono para aumentar as horas de dança. Sim, porque se há música eu danço até me doer o corpo todo. E eu já andava esquecido de como estas coisas são giras para se fazer de vez em quando!

quarta-feira, 16 de março de 2011

De hoje (IX)

Tudo... Quero guardar comigo, cada pequeno pormenor desta noite. Os risos, as músicas, o mcdrive a pé, as parvoeiras e as confissões. É que a cada nova gargalhada que se soltava, uma voz ecoava na minha cabeça, dizendo o que eu sempre soube ser verdade: Eu sou tão feliz!

sexta-feira, 4 de março de 2011

De Hoje (VII)

Fica apenas um pensamento depois da tarde de hoje:
São estas pequenas coisas que nos lembram o quanto somos importantes para quem nos rodeia e o quanto gostam de nós. Não importa se de vez em quando nos dizem o que não esperamos ouvir, porque no fundo era disso que precisávamos para arregaçar as mangas e começar de novo.  

Obrigado A., por estares por perto.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

De hoje (VI)

Fica a conversa de carro. E apesar de nos termos esquecido de jantar, vim de coração mais leve para casa. Obrigado.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Escapadela

Eu pedi um sofá, ofereceram-me um colchão de ar mas acabei a dormir numa cama a sério! Eu de facto sou um homem de sorte!
E tudo, porque eu achei que desta vez tinha mesmo de ir ver este senhor a pular de um lado para o outro do palco.
Valeu bem a pena a dôr de pernas pós-concerto!

domingo, 29 de agosto de 2010

À conversa, com uma garrafa de champanhe

Não estivemos a falar com ela, mas reclamámos dela, porque não foi suficiente para nos embebedar.
Sim era esse o objectivo. Brindar a nós e apanhar uma grande cadela que nos fizesse andar em zig-zag. Porque alegres já nós somos. E uma vez que estávamos por casa não havia problema. No máximo acordávamos a visinhança e isso sim, era coisa engraçada de se fazer!
Saíu-nos o tiro pela colatra. Bebemos, comemos, jogámos conversa fora, embalados pela música de fundo que ia tocando, mas continuámos sóbrios.
Para a semana voltamos a tentar, com algo mais forte. Só para saber se o problema era do champanhe, ou se fomos nós, que desenvolvemos imunidade ao àlcool!