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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Concerto em Casa

No Verão passado, deslocámo-nos até ao concelho das praias para o ver. 
Hoje, seis meses depois o mesmo concerto passou na televisão e a emoção foi a mesma.
E no meio de suspiros, risos e cantadas fica a certeza de que a nossa galinha saltitante sempre que canta encanta(-nos)!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

E bora lá recordar a infância!

Hoje deu-me para Britney Spears e a culpa é da menina dos olhos verdes que se lembrou de andar a partilhar esta música ali pela rede social. Eu que em finais dos anos noventa era doidinho pela senhora, nos dias que correm já não lhe ligo muito. É que a droga estragou-lhe um bocado a cara e tirou-lhe a genica para dançar. 
E eu, que sempre fui meio crazy, nesse tempo pus a professora de matemática e toda a turma a dançar comigo esta música na festinha da aula número 100, e uns anos depois fui obrigado a ir para o campo de futebol da escola dançar esta.
Posto isto, eu vou só ali ouvir mais meia dúzia de músicas da senhora e assim que me passar  o pancadão eu volto!

PS: Sai um beijinho para a menina do olhos verdes! :p

terça-feira, 30 de agosto de 2011

A música vai tocando...


... E eu vou recordando.
Pudesse ela falar além dos versos cantados e contaria uma história bonita, na qual eu fui protagonista.
E é tão bom esbarrar nestas coisas de vez em quando!

Evanescence - Good Enough 

domingo, 28 de agosto de 2011

Há oito anos atrás...

... Esta música passou no dia da apresentação do secundário:

«You gotta be bad, you gotta be bold, you gotta be wiser
You gotta be hard, you gotta be tough, you gotta be stronger
You gotta be cool, you gotta be calm, you gotta stay together
All  I know, all I know, love will save the day.»

E apesar de na altura não ter percebido a mensagem, eu fui isso tudo e um pouco mais. Porque de uma coisa eu tinha a certeza: o amor vence tudo. Sempre assim foi. Sempre assim será.


Des'ree - You gotta be

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Consideração.

Estava eu no meu processo de tentativa-de-memorização-de-matéria-de-dois-anos-em-quatro-dias, quando me apareceu uma imagem do metropolitano de superfície (como lhe gostam de chamar) do Porto e me lembrei do quão feliz era na altura em que o utilizava com alguma frequência, mesmo nos dias em que a lentidão do dito cujo me tirava do sério. Mas a verdade - e antes que venha aqui alguém agredir-me por pensar que entrei em processo de retorno - é que sou muito mais feliz agora que não preciso de me servir dele.

E o metro de Lisboa é feio, verdade seja dita, mas compensa e muito em rapidez!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Um dia disseste-me...

... que eu te fazia sentir seguro. Não me lembro exactamente das palavras, mas recordo-me do momento como se tivesse sido hoje.
E isto não é um "ar" que me está a dar. Apenas mais um daqueles pormenores que volta e meia me vêm à cabeça a meio de conversas que nada têm a ver com o assunto.

(...)

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Retrospecção

Há um ano atrás eu estava assim, atarefado. Este ano resolvi repetir, em dobro.
É... Masoquismo tem destas coisas!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Recordações de menino (dissertação)

Precalços que não valem apena lembrar à parte, «eu tive uma infância tão feliz!». Foi este o pensamento que veio ao de cima hoje, enquanto a música deste senhor ia passando na rádio. Ainda eu era uma bola de futebol com pernas e usava óculos, quando a nossa professora se lembrou que deviamos fazer uma apresentação para a escola, no fim do ano, com uma coreografia toda bonita. Eu que desde pequeno tive uma queda para dança adorei a ideia: nós todos de branco a cantar e a dançar. Foi bonito!
E comecei a andar para trás, mais uns anos. É que eu já morei num sitio onde toda a gente se conhecia, e sempre que alguém fazia doces em casa não exitava em ir oferecer à vizinha, como pretexto para meter a cusquice em dia. Lá eu tinha uma avó e uma tia emprestadas, que ainda hoje fazem uma festa sempre que lá volto.
Nessa altura eu acordava todos os dias cedo, porque o desenhos animados não podiam esperar, depois ia para a rua e só voltava à noite, quando a minha mãe vinha à porta avisar que o jantar estava pronto.
Eramos muitos e para passar o tempo inventávamos jogos, escondiamo-nos nos sítios mais estranhos, subiamos às árvores e, no meu caso que sempre fui despistado, esfolava os joelhos, espetava pregos nos pés e dava trambolhões com a bicicleta.

São a estes anos que eu devo este «rir por tudo e por nada» que hoje dizem que tenho. É a eles também que devo esta minha capacidade de conseguir acreditar que tudo se resolve da melhor maneira e em histórias de amor como as dos contos de fadas. Porque independentemente do rumo que as coisas tomem, de uma coisa eu tenho a certeza: amores desses, bonitos, de fazer o peito estoirar de felicidade existem, e não há força capaz de os destruir.  E podem dizer, como o têm feito, que eu vou mudar, que me vou magoar muito, que não me importo.
Porque sim, eu sofro às vezes, muito, mas foi assim que sempre escolhi viver, a 100 %, sentindo tudo com intensidade, livre de complexos e de ideias ultrapassadas.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Recordações de Infância.

Alí pela rede social a moda pegou. Aqui também.

E sim, eu ainda sou do tempo em que os desenhos animados eram dobrados em Brasileiro.
E sim, eu ainda tenho a versão em VHS.
E sim, eu vou até ali matar saudades e já volto! :p

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Escrevendo... (III)

A noite chegou e adormeceu o dia. Olho para o nosso retrato que deixo em cima da mesinha de cabeceira e sorrio de saudades desse abraço reconfortante que há tanto tempo não me dás. Queria ter-te sempre aqui, como nos velhos tempos, e voltar a correr para o teu colo de todas as vezes que o mundo lá fora me pregue um susto.
Recordo os finais de tarde, quando chegavas a casa, exibindo esse teu sorriso, que para mim é o mais belo do mundo, e eu corria ao teu encontro para saber como tinha sido o dia. Lembro-me também das saídas ao sábado de manhã e de como me conseguias roubar aquela gargalhada que me fazia esquecer o sono.
Hoje estou diferente e já não me pareço tanto com aquele rapaz do retrato, e tu sabes como ninguém que por mais que o tempo passe eu vou continuar a ser o menino assustado que se faz de corajoso quando alguém está a ver, mas que corre para o teu colo sempre que o mundo me prega um susto.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

The Past

Gosto de fazer viagens até lá, ao passado. Analisar tudo o que já foi feito e dito, o que mudou desde então e o que continua na mesma. Nada acontece por acaso e apesar de não perceber o rumo que algumas situações tiveram já são muito poucas as vezes em que me apanho distraído a tentar descobrir o porquê de tudo. De nada vale fazer perguntas, desperdiçando tempo útil que deve ser usado para encontar soluções.

Deixa...

... Não me preocupar.
Deixa-me pensar um pouco em mim,
ser egoísta, para variar.
Deixa-me, passar um dia inteiro a dormir,
Recuperar,
horas de sono perdidas.
Deixa, que por algum tempo, me esqueça da dôr de pensar, de sentir.
Deixa-me ser tonto...
Está bem, um pouco mais tonto que o habitual!
Deixa que pense que o mundo é um lugar bonito para se viver...
(porque na verdade até é!)
Deixa-me rebolar na relva feito menino, que nunca deixei de ser
Que ser sempre adulto, também chateia!

Don't you remember?

Um relembrar de textos do passado que de uma maneira ou de outra, hoje ainda fazem sentido. Afinal há coisas que nunca mudam.