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segunda-feira, 8 de abril de 2013

De Hoje XLI

Eu pergunto-me porque faço estas coisas. 
Tenho amor. Tenho compreensão. Tenho confiança. Tenho companheirismo. 
Aparentemente nada me falta, mas depois... preciso de mais. 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

[Privado]

[Receio? Medo? Incerteza? Há dias em que me invadem e me fazem descrente. E nesses dias sei que tenho de ter força... em dose familiar.]

terça-feira, 19 de junho de 2012

Depois de Quarta

Hoje falaram-me do quão caótica é a vida na capital. Da correria que por lá se faz sentir, do stress, da má disposição das pessoas e da sua falta de disponibilidade. Coisas que por estes lados não se encontram. E isso é verdade.
Disseram-me que estava a ser egoísta e que devia fazer sacrifícios, afinal isto de estar fora custa a todos de uma maneira ou de outra. O problema é que eu paguei um preço demasiado alto e, apesar de saber que a culpa não estar directamente relacionada com esta cidade (e provavelmente nem indirectamente), é facto que a culpabilizo por aquela manhã de quarta-feira, em que no espaço de um minuto tudo mudou. 
A cada dia, eu peço para que os sinais de melhoras sejam permanentes, mas acabam por se revelar miragens que depressa se desvanecem quando o ar volta a escassear. A cada noite, ao deitar, eu espero conseguir descansar o suficiente para ter condições de enfrentar o próximo dia, mas sou sempre surpreendido a meio do descanso... 

E é isto que, quem me fala do quão vantajoso pode ser estar aqui, não sabe. 
A vida na capital é de facto agitada e corrida só que para mim sempre funcionou bem assim. De tanto correr eu não tinha tempo para pensar sequer em ficar agarrado ao que fosse. Com as defesas em constante alerta, nada me conseguia derrubar e por isso também, me achava intocável. Aqui tive tempo demais, distraí-me e baixei a defesa. Agora preciso remediar o que por descuido não preveni.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Em modo repeat...



«And tears that fall when no one knows
When you're trying hard to be your best
Could you be a little less»


... Porque não basta ouvir uma vez uma música, para captar todas as mensagens que nela estão escondidas.
Se a música é uma obra complexa, o ser humano ainda o é mais. E para o perceber no seu todo, uma vida parece não ser suficiente. 

sábado, 10 de março de 2012

(entre parêntesis)

Eu sei o que quero e principalmente o que não quero. E talvez seja esse o entrave. 
A dúvida é uma porta aberta para a experiência, já a certeza tranca-a e segue em direcção a um objectivo concreto.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

sábado, 7 de janeiro de 2012

Só por um dia

Esquecer-me dos telemóveis, do computador, do(s) trabalho(s) e do resto do mundo... 
Posso?

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Em jeito de desabafo

Sempre fui independente. Sempre fiz o que me deu na real gana e nunca me prendi por ninguém. Estou habituado a ser senhor do meu próprio nariz, a não ter de dar satisfações a ninguém sobre o que faço e nunca esperei por alguém para tomar decisões. Tomo-as e pronto. Por isso ter de aprender a esperar é coisa para me deixar de nervos em franja... 
Mas sendo eu apressado e de decisões rápidas, dando sempre ouvidos àquelas ideias loucas que permanecem latentes no subconsciente, já estive mais longe de agarrar no comando, pressionando o botão da velocidade, apressando assim o processo e fazendo deste modo as coisas funcionarem à minha maneira.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

De Hoje (XXXV)

Eu sou um ser multicelular, seu átomo de merda!

Às vezes a parvoíce assiste-me. lol

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Um ano depois...

... E parece que foi ontem. É incrível a velocidade a que o tempo corre. 
E incrível a capacidade de um sentimento se manter intacto durante durante tanto tempo. 
É como eu costumo dizer: o tempo passar passa, mas apagar... não apaga.

sábado, 22 de outubro de 2011

Da amizade

«Também se não vier falar contigo tu nada ca*****!!!!»

Eu confesso que sou um pouco relaxado.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

É como costumo dizer:

Se há um ano atrás tivesse visto como ia estar/ser hoje, eu não ia acreditar. É que se antes as mudanças já aconteciam depressa, agora a velocidade duplicou. E depois de num só dia, me terem cantado os parabéns quatro vezes, ter feito jantar para treze pessoas, levado com uma fatia de bolo na cara (diz que é praxe aqui por estes lados), ter sido empurrado para cima de uma coluna contemplando a vista panorâmica sobre a discoteca, são ainda muitas mais as coisas que quero fazer! Porque aqui não há limites, quando o que nos move é o coração.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Dos 24

«Estás a ficar velho mas sempre com cara de puto!»

Já é oficial. O meu vigésimo quarto Outono começa agora a ser escrito!

domingo, 16 de outubro de 2011

Mudanças de Outono

O tempo mantem-se quente lutando contra a tendência de anos anteriores em que por esta altura já os agasalhos passariam mais tempo fora do roupeiro e as bebidas quentes seriam uma boa companhia de final de tarde, ora em casa, ora num dos tantos locais desta cidade onde se trocam ideias e experiências através de conversas animadas e produtivas.  
O Outono começa de maneira diferente este ano, não só no que ao tempo diz respeito. Os tempos estão mesmo a mudar e tudo o que me deixa inseguro, também me vai dando força para continuar. É que entre a curiosidade e o gosto por novos desafios, eu vou remando através da maré, não me preocupando se estou contra ou a favor desta porque não lhe sinto a pressão.

sábado, 15 de outubro de 2011

Eu...

... Sou o mistério que muitos gostariam de desvendar, mas ao qual só a alguns é dada essa permissão.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Diz-se...

... Que eu tenho cara de quem não parte um prato. Felizmente as aparências enganam e eu parto a loiça toda!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Sobre a idade

Há uns meses deram-me menos três anos que a minha idade real. Nos últimos dias têm-me dado menos quatro. A manter-se esta tendência, quando chegar aos trinta ninguém me dará mais de vinte e quatro, idade que estou a semanas de alcançar, a propósito.
E tão chateado que eu fico com isso!

Hoje no jantar...

Uns estranharam, outros compreenderam, houve até quem insistisse com uma daquelas cantigas do penalti, mas há coisas que nunca mudam, e eu passei a noite a água e sumo. 
É que comigo diversão e sobriedade andam sempre de mãos dadas.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Das mudanças.

Ele conversa de forma agradável, alinha nas loucuras da praxe, abre a pista e ainda vai para o meio da roda de pessoas, dançando como se ninguém estivesse a ver. A essência está lá e permance, já as arestas vão sendo limadas a uma velocidade alucinante, deixando para trás o antigo e cumprimentando a novidade.
Mudar é bom e ele sabe disso. E desta vez ele está decidido a fazer diferente; algo maior e melhor do qual um dia se possa orgulhar e dizer que valeu a pena.