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sexta-feira, 4 de março de 2011

Também eu pensava que era coisa de novela até me acontecer. Aquela pontada no peito fez-me ficar alerta para a intensidade do que estava a sentir. E eu sabia que era forte, mas não a este ponto.
Altura então para pôr um travão, para pelo menos tentar camuflar o sentimento e ocupar a mente com trabalho e projectos futuros que  têm sido deixados em standby como se o tempo também assim estivesse, em espera.

Ainda agora começou o mês...

... E eu já tive dois ataques de consumismo. Alguém que me faça parar, por favor!  lol

Loool!











Estamos bem um para o outro então!

De Hoje (VII)

Fica apenas um pensamento depois da tarde de hoje:
São estas pequenas coisas que nos lembram o quanto somos importantes para quem nos rodeia e o quanto gostam de nós. Não importa se de vez em quando nos dizem o que não esperamos ouvir, porque no fundo era disso que precisávamos para arregaçar as mangas e começar de novo.  

Obrigado A., por estares por perto.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Lá pelo trabalho...

... Desde ontem que me tentam promover ao piso de baixo. E eu pisgo-me de lá na primeira oportunidade porque sou fiel às minhas mantas, almofadas, tapetes, candeeiros, etcs. e à minha colega, que de tanto levar comigo se tornou tiagodependente e hoje estava carente da minha companhia.

terça-feira, 1 de março de 2011

Depois do susto, a reflexão.

De facto, eu não sabia no que me estava a meter. Não fui avisado que maldade e cobardia também faziam parte do pacote. Seja como for, já não importa.
Para mim chega. Tudo tem um limite e no amor não é excepção quando a outra parte não merece.
Comigo fica o sentimento de saber que tentei, da melhor maneira que sabia e que só não consegui porque não deixaste.

E com isto te deixo ir. E assim me liberto.

De hoje (VI)

Ficam as perguntas. É que lá pelo trabalho não houve quem não notasse que hoje o menino sorridente se tinha esquecido de como sorrir.