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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Por cá...

De sentimentos verdadeiros pode até o mundo estar cheio, mas a verdade é que raramente os encontro. Talvez porque sou demasiado exigente e selectivo, ou simplesmente devido à minha personalidade tão peculiar que faz de mim um ponto de interrogação para a maioria das pessoas. 
No fundo é isso que me define. É essa a minha essência e, por isso mesmo, não abdico de ser fiel a mim mesmo, acima de qualquer contestação. 

Hoje ri-me com vontade por motivo nenhum. Só por estar aqui, com ele a olhar-me enquanto no meio do meu ataque de riso tentava, alternando, comer a torrada que tinha numa mão e beber o chá da caneca que segurava com a outra. Pequenos momentos para guardar e reflectir... Afinal nunca ninguém até agora conseguiu fazer-me sentir assim à vontade para ser tolo e dizer disparates sem pensar depois que o estou a ser. 

Por isso eu sempre acreditei no amor... Porque ao contrário do que se diz, nada é demasiado bom para ser verdade. 

terça-feira, 8 de maio de 2012

Em modo repeat...



«And tears that fall when no one knows
When you're trying hard to be your best
Could you be a little less»


... Porque não basta ouvir uma vez uma música, para captar todas as mensagens que nela estão escondidas.
Se a música é uma obra complexa, o ser humano ainda o é mais. E para o perceber no seu todo, uma vida parece não ser suficiente. 

Odeio...

... O novo visual do blog. 
De imitações estamos todos fartos, e Wordpress nunca me inspirou confiança.

sábado, 28 de abril de 2012

Confusão de Sentires

Aumenta o volume e começa a sentir a música a entrar dentro de ti. Apressa os dedos, faz sofrer o teclado enquanto lhe bates com fúria, mas não deixes que um único sentimento fique por escrever, nem que nenhuma ideia te fuja.
Esquece o mundo. Lá porque ele fala de ti, não significa que tu tens de falar sobre ele.
Pára de escrever agora. Já nada faz sentido neste conjunto de ideias desarrumadas quer só tu percebes. Sente a música, sente-te a ti mesmo e esquece o resto. Neste momento só teu, nada mais importa.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Do livro...

... Fica a frase:

"Ninguém pode, por muito tempo, ter um rosto para si mesmo e outro para a multidão sem no final confundir qual deles é o verdadeiro."

A Letra Escarlate -  Nathaniel Hawthorne

sábado, 7 de abril de 2012

Com o passar do tempo...

... Damo-nos conta que a privacidade é algo demasiado precioso e que as coisas têm ainda mais valor quando as guardamos só para nós. E é nesta altura que ter um blog começa a deixar de fazer sentido, mesmo quando ainda se tem tanto para ensinar...
Por isso, este endereço vai continuar aberto... Mas apenas por enquanto.