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segunda-feira, 31 de março de 2014

Agradecer...

... Porque, afinal, o que importa é sentir, certo? 

Os contos de fadas são bonitos e dizem-nos que no amor tudo são rosas. E é verdade. Nós é que nos esquecemos que as rosas, além de belas, também têm espinhos.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Odeio quando me perco por estes lados a recordar memórias que nunca serão apagadas.
Este blogue conta uma história, em pormenores, de uma fase da minha vida em que tudo eram extremos, em que ou sentia ou  não sentia, ou era preto ou era branco. Não havia cinzentos. Não havia meio termo.
Hoje percebi que o cinzento também é uma cor usável e que me assenta bem.
São vinte e seis anos, e, talvez por isso, comece agora a ganhar, além de charme, capacidade de distanciamento das coisas. O que antes me tirava do sério, hoje em dia faz-me rir. O que antes não fazia sentido, agora é visto com o olhar analítico de alguém que descobriu o fascínio pelo modo de como a sociedade funciona.

domingo, 14 de abril de 2013

"Escolhi o teu amor"

Chega um momento em que precisamos de estabilidade. E por mais aliciante que pareça um caminho de altos e baixos, não se pode viver uma vida inteira numa montanha russa.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Do jornalismo

Se calhar eu até gosto disto... um bocadinho!

De Hoje XLI

Eu pergunto-me porque faço estas coisas. 
Tenho amor. Tenho compreensão. Tenho confiança. Tenho companheirismo. 
Aparentemente nada me falta, mas depois... preciso de mais. 

Decidi...

... Que vale a pena voltar a escrever aqui. Poderia começar de novo como nas outras vezes em que pus de lado um blog e criei um novo, mas este continua a fazer sentido. 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

[Privado]

[Receio? Medo? Incerteza? Há dias em que me invadem e me fazem descrente. E nesses dias sei que tenho de ter força... em dose familiar.]

Do semestre que amanhã se inicia...

Com este começo começa também agora a cair a ficha. É que eu não consigo estar quieto e estou prestes a ocupar mais seis horas das minhas semanas já preenchidas. 
Dou então por mim a pensar que a necessidade nos obriga a despertar e a pôr mãos à obra, vendo de imediato o caminho que será necessário percorrer para atingir um fim. E comigo não é diferente. 
Sinto que este é apenas o menor dos desafios que terei à minha espera daqui para a frente. Desafios bons, claro, porque estarei a evoluir e a aprender mais um pouco.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Dela

Errar uma vez é humano. Cometer o mesmo erro vezes sem conta é idiotice.
Por mais compreensível que seja, contentarmo-nos com algo que sabemos que está errado roça a estupidez, sejam quais forem as circunstâncias. Elas dificultam, é um facto, mas não nos tiram a força que nos faz capazes de virar tudo do avesso e arrumar as coisas nos lugares certos.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Saudade...

... De trabalhar e dos sorrisos que isso me trouxe, de conduzir em dias de sol com o vento a despentear-me o cabelo, de ir até à praia a qualquer hora, de me sentir... 
... senhor do meu nariz como sempre fui.

Às vezes...

... apetece-me socar algumas pessoas, mas contenho-me. «Tens de ser tolerante», penso. Só que depois voltam a dizer uma daquelas coisas 'poucochinhas' e... «que se lixe a tolerância!!!»

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Da voz interior

O problema está precisamente em ignorá-la.
E agora, mais uma vez, é tempo de recomeçar.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Coisa há que não se explicam...

... E esta certeza de que vai tudo correr bem é uma delas.
De pé, bem fime e com a força de uma rocha, nada parece demasiado complicado quando a voz interior nos diz "avança!"

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Agora percebo...

... Quando um dia me disseram que nesta coisa do amor são precisos vários 'cliques'. Afinal amar é isto mesmo, apaixonarmo-nos pela mesma pessoa uma e outra vez.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Este Outono...

... Como tantos outros, trouxe agitação e mudança. Com os cair das folhas das árvores, caem também as esperanças trazidas pelo Verão, e as respostas que surgem continuam a ser incompletas para a complexidade das perguntas. 
É no Outono que a natureza pinta com cores fortes toda a velharia que precisa ser reciclada, destacando-a, como que numa tentativa de o avisar de onde é necessário afastar-se para evitar aguaceiros evitáveis. Mas, como sempre, nada pode ser tão linear, nada pode ser evitado por completo e, quando menos espera, lá está ele novamente a contemplar a paisagem com os olhos do coração, ignorando as cores de emergência e deixando que essas árvores de folha caduca o arrebatam com toda a sua antiguidade. 
Para ele é impossível evitar o que sente. Gosta do Outono e a cor laranja-avermelhado que se espalha no horizonte deixa-o sorridente e com a ilusão de que tudo é possível;  de que as temperaturas frescas terão o efeito inverso e lhe aconchegarão o coração, mantendo-o quente. Por isso ele arrisca e fala de sentires, esperando não a reciprocidade dos mesmos, mas a sinceridade da resposta. E desilude-se. Questiona o que não vale a pena ser questionado, tenta compreender o incompreensível, insiste mais só mais uma vez - porque nunca se sabe se não valerá a pena - e pára. 
Agora ele promete não voltar a fazer o mesmo, consciente de que nunca cumprirá essa promessa porque dentro dele vive a inocência e a vontade de acreditar, a certeza de que tudo tem a sua razão de ser e que um dia, quando chegar altura certa, o Outono voltará a ser sorridente como ele sempre o imaginou e no coração a estação será quente, solarenga e alegre.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Pois...

«Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe da, ou pelo tormento que provoca»

... O tormento.

domingo, 28 de outubro de 2012

Num dia de Outono

Ele cresceu e está diferente. A cada ano que passa um novo "eu" se apresenta ao espelho, mas a essência permanece. 
Continua a ter o Outono como a sua estação do ano preferida. Gosta particularmente da brisa fresca em tardes solarengas e das cores vivas com que se vestem as árvores. No entanto, a idade trouxe-lhe a vergonha insensata, a reserva, as coisas que hoje guarda só para si. 
É que ele, o menino feito homem, continua a acreditar em contos de fadas com finais felizes, porque de outra maneira não os consegue conceber. E «se faz sentido cá dentro não, pode estar errado».

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

E de repente...

... É como se batesse a saudade de algo que nunca tiveste. Um amor maior que anseias sentir, uma experiência eivada de loucura que te faça perder a respiração, mas que por teimosia a repetes, uma e outra vez. Mas aí ligas a música e deixaste embalar pelas batidas frenéticas desse piano, que te embalam e te deixam em recobro, até adormeceres essa falta de alguma coisa, que te faz tremer a alma.  
Infelizmente nada hiberna para sempre e tu sabes disso. 

sábado, 6 de outubro de 2012

Ignorar é fácil...



«Braindead from boredom
I'm led to distraction
Scratching the surface of life
Nothing really happens
But it's easy to keep busy
When you tell yourself you're traveling right»

Gotye - Easy Way Out
 ... Deixar para trás não.